O Dragão
cuspiu fogo no regresso à competição, goleando um SC Braga que nunca conseguiu
ser fiel ao que vinha fazendo na prova. Foi a primeira derrota dos arsenalistas
na época, por números cruéis, mas reais face ao que foi o encontro, com o FC
Porto a mandar por inteiro na parte e a reencontrar o controlo das operações,
ao fazer o terceiro golo por Pepé, acalmando a reação dos guerreiros, que
entraram bem na segunda parte e beneficiaram de um autogolo de Pepe.
O FC Porto
apanha o SC Braga na classificação, atingindo os mesmos 19 pontos, ficando a
dever isso a grandes exibições de Taremi e Pepê, os homens que dinamitaram, por
completo, a defesa do SC Braga, expondo-a aos erros ainda na primeira parte,
cavando-se diferença de dois golos em dois minutos, obra de Evanilson com
assistência de Eustaquio, seguindo-se assinatura do próprio internacional
canadiano, recebendo assistência perfeita do iraniano.
O SC Braga
deu outra imagem na 2ª parte, entrou muito bem e colocou o FC Porto em sentido
num disparo incrível de Ricardo Horta, que esbarrou na trave. Logo depois, os
dragões abriram um buraco atrás e Pepe num derradeiro esforço para travar
cruzamento de Victor Gómez, acabando por introduzir a bola na baliza, acendendo
uma forte esperança para os guerreiros.

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